História
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, sua pedra fundamental foi lançada em 12 de setembro de 1958. Teve sua estrutura pronta em 1960,[1] onde apareciam somente a área circular de setenta metros de diâmetro, da qual se elevam dezesseis colunas de concreto (pilares de secção parabólica) num formato hiperboloide, que pesam noventa toneladas. O engenheiro Joaquim Cardozo foi o responsável pelo cálculo estrutural que permitiu a construção da catedral.Ao centro, a esplanada dos Ministérios. A catedral está localizada à direita, atrás do museu Honestino Guimarães.
O batistério em forma ovóide teve em suas paredes o painel em lajotas cerâmicas pintadas em 1977 por Athos Bulcão. O campanário composto por quatro grandes sinos, doado pela Espanha, completa o conjunto arquitetônico. A cobertura da nave tem um vitral composto por dezesseis peças em fibra de vidro em tons de azul, verde, branco e marrom inseridas entre os pilares de concreto. Cada peça insere-se em triângulos com dez metros de base e trinta metros de altura e foram pintados por Marianne Peretti em 1990. O altar foi doado pelo papa Paulo VI[carece de fontes] e a imagem da padroeira Nossa Senhora Aparecida é uma réplica da original que se encontra em Aparecida – São Paulo.
A via sacra é uma obra de Di Cavalcanti. Na entrada da catedral, encontra-se um pilar com passagens da vida de Maria, mãe de Jesus, pintados por Athos Bulcão.
Atualmente, o pároco da catedral é o monsenhor Marcony Vinícius Ferreira, primeiro padre nascido e ordenado em Brasília[carece de fontes]. Por estar situada na esplanada dos Ministérios, a catedral não apresenta uma comunidade fixa — grande parte dos fiéis que a frequentam é composta por turistas e por fiéis que trabalham na esplanada. A catedral está aberta todos os dias para visitas, com exceção dos horários de missa.
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